Um blog com personalidade forte e marcante, e com produções gostosas de se ler.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Desnudo
Quando nascemos
Desnudos! Crescemos...
Cobrimo-nos de sonhos
E os devaneios ou quimera
Não são roupas que nos vestem
A sabedoria não está no que nos
Cobrem o corpo... E sim no que nos
Fazem cobrir a alma...
André Fernandes
Dramaturgia
É feito em peças cada verso meu
É atuado
É ensaiado
É dramaturgia escrita
Para cada ato pensado
Não deixa de ser poeta quem do palco
Sobrevive de aplausos!
André Fernandes
Insônia
E o sono não chegou Mas vieram todas elas Aquelas que a noite escondeu De dentro de mim A luz de toda Minha inspiração...
André Fernandes
domingo, 27 de dezembro de 2009
Via láctea
Cheia de vácuo Estrelas e astros Tão inibidor o espaço Maior que meu ser de mim Ser humano ao ser desumano Voando na gravidade zero o elemento xis É nascimento, são explosões e cores em testamento Assinatura de Deus nesse imenso firmamento Que a ganância nos fez crescer ao descer de fato, desato harmônico divino
By André Fernandes
Pedacinho de mim...
Meu coração é um pedacinho do que escrevo Cada parte um lamento Cada honra e glória meu alento Cada palavra solta um enfarto Cada morte um renascimento... Pois meu coração morre quando uma parte Dele dôo pra servir de poesia.
André Fernandes
Arte final
É como desenho o poema nasce Necessita finalizar a imagem
O poema vem no lampejo da alma A arte final arquitetada pelo poeta
Igual enredo não tem igual nem Mesmo o desenho de nossa musa!
André Fernandes
All
É meio All não sendo tudo É substancial... É poesia In ter locução... Mas! É essencial a breve ação Seu manancial... É o meu poema, meu carinho É xodó resumido, mas nunca Dele sumido É fundamental... Pode não ser inteiro, mas pela metade... Sou sua totalidade.
André Fernandes
Felicidade é...
Pra alguém que ama escrever E fazer das letras a sua pessoa Felicidade é a descoberta de ser lido... E se delas cada parte é uma essência Então sou feito de palavras!
André Fernandes
Evocações
Meus poemas são evocações de dentro São evoluções em constante atrito Comigo o Eu... Comigo o Lírico... Emanam sim, mas faz de mim crítica Um dia sou Olavo, outro sou Pessoa No mais sou Quintana e tudo se ressoa
Minhas poesias são evocações sentidas São constelações em constante mudança Comigo o homem... Comigo o poeta... E chamam sim, mas faz de mim análise Um dia sou normal, outro nem sei quem sou Só sei que sou agora... Poema que restou!
André Fernandes
Fio de Ariadne
Fazemos de nossa vida um novelo No desenrolar de nossa vida É o que nos liberta e o que nos prende E o tempo é o nosso labirinto...