Mechas douradas
Douram meus cabelos
Carretéis de pura seda
Mechas douradas
Disfarçadas de novelos
O que mais são de fato
Poeticamente são lindos
Velos... Dourados!
André Fernandes
Onde nasce a poesia
Um blog com personalidade forte e marcante, e com produções gostosas de se ler.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
domingo, 9 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
domingo, 25 de setembro de 2011

A canção de todos (Bob Marley)
Um dia até fiquei louco, disseram que não cantava
Que não encantava e que louco estava
Um dia provei a todos, que todos estavam errados
A canção não é de poucos e nem de muitos, é de todos nós...
Brancos e negros...
Um dia sonhei morrer e esse dia chegaria, pois pra sempre não viveria
Eterno é aquele que dura uma fração de segundo e nunca se esquece
Minha música toca com esses dedos, não fumo apenas
É uma vida de louco... São deles que escrevo meus acordes, e são eles que eu viajo...
E quando morrer... Que me fumem! Pois assim alimentarei suas mentes loucas...
O mundo em que vivemos tem regras, tem discriminação, mas mesmo assim
O reggae difundiu, e mostrou que esses princípios são apenas detalhes e o que importa é amar
Pensei, escrevi e não é preciso ser um famoso poeta pra escrever o que sente
Não quero ser o menestrel de loucas palavras, e nem fazer entender pelos meus pensamentos...
Quero tocar a todos com minha canção...
Bob Marley é uma invenção do tempo... Ele eternizou com palavras sábias
Robert Nesta Marley é um inventor que o mundo soube admirar
O rastafári foi um culto a sua influência e fez dele suas raízes e crenças
Mas foi dele o motivo de sua partida... Sobrou agora saudade de um cantor.
André Fernandes
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Paixão pela poesia
A paixão é assim, vem, instala num piscar
E quando menos se espera, o amor surge
A poesia é assim, vem num estalar
Quando a inspiração foge... Insurge!
A paixão, alguns sentem, a poesia não
É uma intimidade, é um casamento
Separação, conciliação... É uma união
Fingimento, dedicação e testamento
A paixão, para mim, chama-se essência
Inspiração de um poeta, minha vestimenta
Veste do frio, aquece! Não é ciência
A paixão vem de dentro, e te alimenta
Do amor, de uma causa, de uma carência
Apaixonado por ti! Poesia que me contenta
André Fernandes
A paixão é assim, vem, instala num piscar
E quando menos se espera, o amor surge
A poesia é assim, vem num estalar
Quando a inspiração foge... Insurge!
A paixão, alguns sentem, a poesia não
É uma intimidade, é um casamento
Separação, conciliação... É uma união
Fingimento, dedicação e testamento
A paixão, para mim, chama-se essência
Inspiração de um poeta, minha vestimenta
Veste do frio, aquece! Não é ciência
A paixão vem de dentro, e te alimenta
Do amor, de uma causa, de uma carência
Apaixonado por ti! Poesia que me contenta
André Fernandes
Imaginação
Dão asas a nossa imaginação
E o poeta voa!
E a poesia dá um rasante
E o poema viaja
Nas mentes dos fingidores
Férteis trovadores
Dos maiores pensantes
E a imaginação cria formas
Anjos de ceras nascem
Com destinos inquietantes
E pousam deslizantes
Em tuas palavras
E em tua boca, declamam viagens
Sobram paisagens
Campos úberes dos maiores
Destinos
E a imaginação é lampejo
Dobras de viagens
Sonhos esquecidos
Amores proibidos
E a minha imaginação
Cada canto que um dia
Eu pousei.
André Fernandes
Dão asas a nossa imaginação
E o poeta voa!
E a poesia dá um rasante
E o poema viaja
Nas mentes dos fingidores
Férteis trovadores
Dos maiores pensantes
E a imaginação cria formas
Anjos de ceras nascem
Com destinos inquietantes
E pousam deslizantes
Em tuas palavras
E em tua boca, declamam viagens
Sobram paisagens
Campos úberes dos maiores
Destinos
E a imaginação é lampejo
Dobras de viagens
Sonhos esquecidos
Amores proibidos
E a minha imaginação
Cada canto que um dia
Eu pousei.
André Fernandes
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